Por que eu sempre começo com um café
Antes do primeiro traço, tem uma conversa. É isso que realmente acontece em volta dessa primeira xícara.

Quando alguém me procura para uma marca, um logo ou um site, minha primeira resposta não é um orçamento. É um convite: vamos tomar um café.
Não é força de expressão. É a primeira etapa do método, e provavelmente a mais importante.
O café desacelera a conversa
Uma reunião por vídeo a gente encaixa entre outras duas. Um café, a gente tira um tempo. Senta, pede, espera esfriar um pouco. Esse tempo morto não é morto: é ali que saem as frases de verdade, as que começam com "na real, o que importa pra mim é…".
Meu trabalho, nesse momento, não é falar. É escutar, e captar a frase que você nem sabia que ia dizer.
Uma marca não é só uma imagem: é uma conexão viva entre pessoas, emoções e valores.
O que eu colho
Nesse primeiro encontro, eu não procuro um briefing. Procuro a sua maior força: o que você faz melhor que os outros, ou de um jeito diferente, e por que isso te importa.
Muitas vezes não é o que está escrito no seu site atual. É mais simples, mais pessoal, e muito mais útil para construir uma identidade que se sustenta no tempo.
E depois
No fim do café, você sai com duas coisas: uma ideia clara de como a gente poderia trabalhar junto, e um orçamento. Sem surpresa, sem pacote escondido.
O próximo passo é a filtragem: eu destilo tudo o que escutei num conceito curto e único, que você valida antes de a gente desenhar qualquer coisa. Mas isso é assunto de outro artigo.
Quer conversar sobre? Vamos tomar um café.